segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

CHAPADA DOS GUIMARÃES A COXIM

Olá Pessoal

Logo após o café da manhã saimos para visitar a Cascata Véu de Noiva, que está localizada no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães.

Garoou durante a noite anterior e o tempo continuava fechado, mas resolvemos nos arriscar.
Enquanto aguardávamos a abertura do Parque, conhecemos um casal de Recife que estava começando uma aventura muito maior que a nossa. 

Os amigos Tony e Leila da Expedição Perdidos+ pretendiam viajar durante 90 dias pela América do Sul.

Tony e Leila da Expedição Perdidos + na entrada da Cascata Véu de Noiva
Dali iam entrar na Bolívia por Cáceres. O objetivo deles era viajar pela Bolívia, Perú, Chile e Argentina até Ushuaia. Segundo Tony, eles tinham um roteiro básico e o (+) iriam acrescentando pelo caminho. Desejamos uma ótima aventura para os dois.

A Cascata Véu de Noiva é parecida com a Cascata Caracol de Canela(RS) e fica bem perto do estacionamento do Parque em trilha demarcada.

Depois de nos despedir dos amigos da Expedição Perdidos+ voltamos para a cidade para encerrar a hospedagem e seguir viagem.

Completamos o tanque com 22,32 litros de gasolina no posto Petrobrás da Chapada dos Guimarães, perfazendo uma média de consumo de 17,4 km/l desde nosso abastecimento em Cáceres(MT).

Saimos às 10:48 horas de 11/01/13 da Chapada dos Guimarães(MT) com destino a Coxim(MS).

Fomos na direção de Campo Verde. Paramos no mirante do Ponto Geodésico da América do Sul. 
Embora seja possível avistar Cuibá, o local merece ser visitado mais pelo inusitado de ser o ponto geodésico do que por qualquer outro predicado.
Depois de tudo que vimos nesta viagem, acredito que ficamos mais críticos em relação a algumas pseudo atrações turísticas.

Seguimos pela MT 170 até Campo Verde, onde almoçamos. De lá é possível tomar 3 caminhos diferentes para Rondonópolis.
O mais recomendável é ir pela BR 070 até Primavera do Leste e de lá tomar a recém pavimentada MT 130 para Rondonópolis
Nós fomos pelo caminho mais curto,  seguimos pela MT 344 até Jaciara. Esta estrada está em péssimas condições, totalmente esburacada.

A BR 163 no trecho Jaciara a Rondonópolis deve ser a rodovia mais movimentada do Brasil. O transito de carretões é simplesmente inimaginável. 
Nunca trafeguei por rodovia tão congestionada por carretas e carretões(com reboque).

barracas paneleiras perto de Jaciara(MT)
Neste trecho há uma localidade cheia de barracas na beira da rodovia que curiosamente vendem todo tipo e variedade de panelas
Chamam a atenção pela quantidade de barracas e pela especialização em panelas
  
Rondonópolis é a capital do agro-negócio no Brasil e por sua localização (na junção das principais rodovias do Centro-Oeste) está se transformando num grande polo agro-industrial e de logística.
O maior terminal rodo-ferroviário da América Latina está em construção perto da cidade e terá capacidade para carregar 10.000 contêineres/mês.

Além da quantidade gigantesca de carretas que circulam por esta cidade, tinha uma ponte em obras. Ficamos parados durante um bom tempo perto de um dos trevos, até conseguirmos dicas  para fazer um atalho por dentro da cidade contornando a dita ponte.  

trânsito pesado na BR163 perto de Rondonópolis(MT)
Depois de muitas quebradas e atalhos, finalmente nosso GPS também se encontrou e conseguimos sair num trevo seguindo viagem pela BR 163.

Toda esta região, desde Campo Verde até alguns quilômetros depois de Rondonópolis é de gigantescos campos de cultura de soja.

Perto de Coxim fomos agraciados com um belo por do sol.
Completamos o tanque com 25,27 litros de gasolina num Petrobrás de Coxim, perfazendo uma média de consumo de 18,2 km/l desde nosso abastecimento na Chapada dos Guimarães(MT).
 
Já estava anoitecendo quando chegamos em Coxim. Ficamos num hotel perto do Rio Taquari
A noite, uma peixada completa num restaurante a beira do Taquari foi uma boa pedida. No cardápio também foi servido o famoso arroz com "piqui". 


Neste trecho percorremos 467 km. Desde o início da expedição já percorremos 8.943 km com o Clio, 772 km em veículos de terceiros, 9 km de trem, 2 km de tuc-tuc, 4 horas de barco e 19 km a pé.

Trilha de GPS deste trecho da viagem:
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1383336

Imagens dos mapas com os trajetos percorridos neste trecho da viagem:

Cascata Véu de Noiva a Rondonópolis

Rondonópolis a Coxim
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domingo, 3 de fevereiro de 2013

CÁCERES A CHAPADA DOS GUIMARÃES

Olá Pessoal

Durante a madrugada começou a chover e deu uma refrescada. 
Saimos às 8:37 horas de 10/01/13 de Cáceres(MT) com destino a Chapada dos Guimarães(MT), ainda com chuva.

Seguindo de Cáceres pela BR 174 logo nos primeiros quilometros se passa pela bela serra do Mangaval.

Infelizmente fomos obrigados a cruzar a cidade de Cuibá e seu caótico trânsito para ir até a Chapada. Tem uma perimetral, mas no final fomos obrigados a entrar no trânsito urbano da cidade.
Perdemos mais de uma hora nesta passagem pela escaldante Cuibá.

Chegamos na Chapada dos Guimarães na hora do almoço. Depois de acertar a hospedagem, almoçamos e partimos para fazer o roteiro básico da chapada.
    
Primeiro o Alto do Céu, que fica perto do radar do Cindacta. 
Quando chegamos lá o tempo fechou, armando a maior trovoada. Achamos caro pagar R$ 10/pessoa para ter acesso ao mirante. 
O mirante da Serra do Rio do Rastro tem uma vista infinitamente mais bonita e é de graça.

Depois fomos visitar a Cachoeirinha e a Cachoeira dos Namorados. Elas estão localizadas numa propriedade particular aberta a visitação pública.
Pelo menos aqui achamos que vale o ingresso. Além da boa infraestrutura existente, os visitantes podem utilizar os locais para banho.

Por último fomos até a Cascata Véu de Noiva, que fica dentro do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. A entrada é franca mas infelizmente chegamos depois do horário de funcionamento, das 8:00 às 17:00 horas.

centro de Chapada dos Guimarães em noite de garoa

Então voltamos para o hotel, deixando para retornar no dia seguinte, se o tempo colaborasse. 
No final de tarde e noite voltou a chover. Saimos a noite para jantar e fotografar a área central e sua decoração natalina.  

Neste trecho percorremos  354 km. Desde o início da expedição já percorremos 8.476 km com o Clio, 772 km em veículos de terceiros, 9 km de trem, 2 km de tuc-tuc, 4 horas de barco e 19 km a pé.


Trilha de GPS deste trecho da viagem:
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1382818

Imagem do mapa com trajeto deste trecho da viagem:

Cáceres a Chapada dos Guimarães
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

PIMENTA BUENO A CÁCERES

Olá Pessoal

Saimos às 8:00 horas do dia 09/01/13 de Pimenta Bueno(RO) com destino a Cáceres(MT), continuando pela BR 364.
 
Neste trecho passamos pela região produtora de grãos de Rondônia e sua cidade polo Vilhena. 
As plantações de soja dominam a paisagem destes chapadões do sul de Rondônia.
campos de soja perto de Vilhena

Antes de Comodoro(MT), mudamos para a BR 174. Almoçamos em Comodoro.

Logo depois a paisagem muda novamente, na região da chapada dos parecis, onde pela primeira vez avistamos floresta ao lado da rodovia. 

No primeiro vilarejo indagamos sobre a razão da existência de floresta no local, explicação lógica: era área de reserva indígena.


Perto de Cáceres somos agraciados com um belo por do sol.

por do sol perto de Cáceres
Completamos o tanque com 42,84 litros de gasolina num Petrobrás próximo a Cáceres, perfazendo um consumo de 16,5 km/l desde nosso abastecimento em Pimenta Bueno.

Chegamos em Cáceres(MT) a noite. Este foi o lugar mais quente onde nos hospedamos em toda a viagem.
Saimos para conhecer o centro e jantar. Mas na praça central o calor era insuportável.

bares e restaurantes da praça central de Cáceres
Quando voltamos para o hotel fomos direto para a piscina, loucos para dar uma refrescada. Mas a água estava horrível de quente, talvez uns 40 graus. 
A água estava tão quente que ao sairmos da piscina, chegamos a sentir frio pela diferença de temperatura com o ambiente. 

Neste trecho percorremos 736 km. Desde o início da expedição já percorremos 8.122 km com o Clio, 772 km em veículos de terceiros, 9 km de trem, 2 km de tuc-tuc, 4 horas de barco e 19 km a pé.


Trilhas de GPS deste trecho da viagem:
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1382830
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1382834 

Imagens dos mapas com os trajetos percorridos neste trecho da viagem:

Pimenta Bueno a Vilhena

Vilhena a Pontes e Lacerda
 


Pontes e Lacerda a Cáceres

Até mais

PORTO VELHO A PIMENTA BUENO

Olá Pessoal

Saimos às 9:40 horas do dia 08/01/13 de Porto Velho(RO) com destino a Pimenta Bueno(RO), pela BR364.

Almoçamos em Ariquemes(RO), onde entramos para fazer serviço bancário e um pequeno tour para conhecer melhor uma das cidades desta região.

região central de Ariquemes(RO)
Embora a paisagem continue a mesma desde Assis Brasil(AC), nesta região se percebe claramente a força do agro-negócio de Rondônia. 

De Jaru a Pimenta Bueno há uma expressiva quantidade de cidades que estão se beneficiando deste florescente mercado.

Podemos destacar Ji-Paraná(120 mil habitantes), a cidade polo da região central de Rondônia e Cacoal(80 mil habitantes), que tem se despontado nos últimos anos.
 As duas cidades tem pouco mais de 30 anos.

Além de agro-indústrias que tradicionalmente se instalam próximas das regiões produtoras,  já se percebe uma certa diversificação industrial e expansão urbana nesta região. 

Completamos o tanque com 30,17 litros de gasolina num posto Petrobrás na entrada de Pimenta Bueno, perfazendo uma média de 17,7 km/l desde o abastecimento em Porto Velho.

Neste trecho percorremos  513 km. Desde o início da expedição já percorremos 7.386 km com o Clio, 772 km em veículos de terceiros, 9 km de trem, 2 km de tuc-tuc, 4 horas de barco e 19 km a pé.

Trilhas de GPS deste trecho da viagem:
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1381922
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1381924 

Imagens dos mapas com os trajetos percorridos neste trecho da viagem:

Porto Velho a Ariquemes

Ariquemes a Pimenta Bueno

Até mais

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

RIO BRANCO A PORTO VELHO

Olá Pessoal

Saimos da casa do Diogo as 7:22 horas do dia 07/01/13 com destino a Porto Velho(RO), pela BR364.

Completamos o tanque com 14,92 litros de gasolina num Petrobrás, na saída de Rio Branco, perfazendo uma média de 17,9 km/l desde nosso abastecimento em Epitaciolândia.


Neste trecho a paisagem não muda. São quilômetros de áreas de criação de gado. 
Praticamente não há mais vestígios das madeireiras que tanto exploraram esta região norte de Rondônia. 
Apenas vimos madeireiras em Itapoã do Oeste, com placas de exploração da Flona do Jamari, que fica nesta estreita região de Rondônia, espremida entre as fronteiras do Acre, Amazonas e Bolívia. 

Almoçamos em Abunã(RO), onde um camioneiro de Comodoro informou que no Mato Grosso tínhamos que ir na direção de Cáceres, pois a rodovia que leva a Campo Novo dos Parecis estava superlotada de caminhões.

Logo depois do almoço atravessamos a balsa do Madeira, por sorte chegamos na margem junto com a balsa.

Ainda em Abunã, mas do outro lado do Madeira existem vestígios da famosa ferrovia Madeira-Mamoré.



Locomotiva da trágica Madeira-Mamoré em Abunã(RO)
Da travessia de balsa até perto de Porto Velho se avistam, ao lado da BR 364, os lagos das famosas hidroelétricas de Jirau e Santo Antônio.

Na entrada de Porto Velho completamos o tanque com 31,2 litros de gasolina num posto Petrobrás, perfazendo uma média de 16,7 km/l.

Chegamos cedo em Porto Velho e aproveitamos para conhecer o mercado público e o cais do porto "Cai n´Água", de onde saem os barcos que fazem transporte fluvial de passageiros. O mais famoso faz o trajeto até Manaus. São 4 dias na ida e 5 dias na volta, contra a correnteza.

cais "Cai n´Água" de Porto Velho
Quando chegamos no porto estava atracando o barco que vinha de Manaus. No mercado público que fica anexo ao porto servem petiscos de peixe ao meio-dia. 

por do sol no Rio Madeira em Porto Velho
Perto do porto há uma sequencia de mirantes, de onde pudemos apreciar um lindo por do sol.  Do cais do porto se avista a barragem de Santo Antonio, que fica a 6 km da cidade. 
Depois da construção destas barragens as condições de navegação no Rio Madeira irão melhorar bastante, visto que os troncos de madeira tão comuns neste rio ficarão retidos nestas barragens.

Neste trecho percorremos 568 km. Desde o início da expedição já percorremos 6.873 km de Clio, 772 km em veículos de terceiros, 9 km de trem, 2 km de tuc-tuc, 4 horas de barco e 19 km a pé.

Trilha de GPS deste trecho da viagem:
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1381436

 Imagem do mapa com o trajeto percorrido neste trecho da viagem:

Rio Branco a Porto Velho

Até mais

IÑAPARI A RIO BRANCO

Olá Pessoal

Depois dos micos de ontem,  saímos às 7:30 horas de 06/01/13 de Iñapari com destino a Rio Branco.


Primeiro passamos pela imigração para registrar a saída do Perú. Depois atravessamos a ponte e registramos nossa entrada no Brasil.


Travessia de fronteira por Assis Brasil(AC)
Entre o Perú e o Acre há fuso horário, portanto adiantamos nossos relógios em uma hora. Na passagem de fronteira o odometro registrava 15755. Já percorremos 5.944 km com o Clio desde nossa saída de Lages.

Logo depois da alfândega brasileira fizemos abastecimento complementar com 12,4 litros de gasolina no Ipiranga de Assis Brasil.


Depois de viajar quase 6.000 km em estradas com excelente estado de conservação, só foi passar a fronteira e sentimos vergonha de nossos vizinhos, tal o estado de esquecimento desta região fronteiriça da amazônia. Entre Assis Brasil e Brasiléia a estrada é péssima, cheia de buracos.


Estrada do Pacífico - BR 317, buracos e sem acostamento
Fora os buracos o que mais no chamou a atenção foi a floresta, ou melhor, a falta dela. 
Para quem mora no sul, Acre é sinonimo Chico Mendes, seringais, floresta amazonica. 

Porém vimos aqui somente áreas de pastagem ao longo de todo o trecho e algumas castanheiras isoladas que sobreviveram ao desmatamento.
 
Sinceramente, se quiserem ver floresta é bom irem a Santa Catarina, onde ainda existem regiões de mata atlântica preservada. 
Até em Lages, região de campos naturais, há mais floresta do que no Acre.


paisagem típica do Acre, pastagens e castanheiras isoladas ou no chão
As paisagens daqui são parecidas com as regiões de criação de gado do interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Predomina a brachiaria na terra vermelha. 
O Friboi tem um grande frigorífico em Rio Branco.

Completamos o tanque com 33,94 litros de gasolina, num Petrobrás de Brasiléia, perfazendo um consumo de  18,2 km/l desde nosso abastecimento em Cusco.

Passamos por Cobija, para conhecer esta zona franca boliviana. Mas não espere nada de lá, tanto em preço quanto em diversidade. 
Está inserida no universo do norte do país, onde em função das distancias tudo é muito caro. 

Almoçamos no Restaurante Império do Sabor de Epitaciolândia. A comida é boa e o atendimento melhor ainda. Almoçar bem e em local com Wi-fi é uma benção durante qualquer viagem.
A proprietária foi muito gentil e quebrou um galho liberando o telefone para resolvermos um problema com a operadora do cartão de crédito.

Devido as dificuldades de hospedagem no norte do país, já tínhamos colocado Rio Branco como ponto de apoio e local de hospedagem. 
Lá mora o Luís, primo do Jairo e íamos aproveitar a oportunidade para retomar aquele convívio familiar perdido ao longo dos anos e das distancias.

Perto de Xapuri ligamos e quem nos atendeu foi o Diogo, filho do Luís. 
Extremamente prestativo, fez questão de nos encontrar na entrada da cidade e de nos levar até sua casa para conhecermos toda a família.
O primo do Jairo estava em férias no Rio, todavia, a Aline e Diogo foram magníficos anfitriões.

Depois de longo bate-papo e de um delicioso jantar preparado pela Aline, ficamos sem jeito de recusar a hospedagem. 
Esperamos em breve poder retribuir a excelente acolhida.   
 
Neste trecho percorremos 361 km. Desde o início da expedição já percorremos 6.305 km no Clio, 772 km em veículos de terceiros, 9 km de trem, 2 km de tuc-tuc, 4 horas de barco e 19 km a pé.

Trilhas de GPS deste trecho da viagem:

http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1381431
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1381434 

Imagem do mapa com o trajeto percorrido neste trecho da viagem:


Até mais

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

PUERTO MALDONADO A IÑAPARI

Olá Pessoal



No final de tarde de 05/01/13, chegamos molhados, na Plaza de Armas de Puerto Maldonado, do passeio ao Lago Sandoval.

Era sábado e teríamos que dar uma jeito de cambiar moeda para a hospedagem. 
Na praça nos informaram que as casas de câmbio só voltariam a operar na segunda-feira.

Plaza de Armas - Puerto Maldonado
 Sem alternativa e já que ainda era cedo(17:30 horas), resolvemos seguir para a fronteira que fica a 230 km.

Mas a viagem demorou muito mais do que imaginamos. São incontáveis povoados, todos agraciados com várias lombadas. Animais na estrada tornaram o trecho mais perigoso e demorado. 

Enfim chegamos na fronteira as 21:30 horas. Ali soubemos que a aduana de Iñapari funciona das 8:00 às 17:00 horas.

Então fomos procurar hotel. Hospedados, fomos logo para um restaurante. Na volta, entrei no box e não vi como acionar a água quente. Foi então que descobrimos que não havia água quente. 
Pegamos nossas coisas e fomos embora a procura de hotel com água quente. Para nossa surpresa, no restaurante nos informaram que na região não se utiliza água quente e que não encontraríamos esta comodidade na fronteira.

 Não teve jeito, fomos obrigados a encarar banho frio. Enfim são os micos de viagem.

Neste trecho percorremos 237 km de carro. Desde o início da expedição já percorremos 5.944 km com o Clio, 772 km em veículos de terceiros, 9 km de trem, 2 km de tuc-tuc, 4 horas de barco e 19 km a pé.

Trilha de GPS deste trecho da viagem:
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1381429




Imagem do mapa com o trajeto percorrido neste trecho da viagem:
 
Puerto Maldonado a Iñapari

Até mais