sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

SUSQUES A SAN PEDRO DE ATACAMA

Olá Pessoal

Susques é estratégica para quem vai a San Pedro de Atacama pelo Paso de Jama. Está localizada na província de Jujuy a uma altitude de 3.600 m.a.n.m.

Ali o "soroche" nos pegou pela primeira vez. 
Dores de cabeça, enjôo e palpitações aliviados com o famoso "mate de coca", amplamente utilizado pelas populações que vivem nas alturas. Quem sentir os efeitos é só solicitar o chazinho nos hotéis, bares e restaurantes.

Antes de dormir combinamos acordar as 7 horas do dia seguinte. O Reginaldo ainda sob os efeitos do "soroche" e do chá de coca acertou o relógio e foi dormir.

De madrugada o despertador bateu, os galeiros da estrada acordaram, arrumaram as malas, quando chegaram no carro perceberam que estava escuro.  Ao conferir os relógios é que perceberam que na confusão de fusos tinham acordado as 4 horas da madrugada.

Então foi voltar para a cama e dormir o resto da madrugada encilhados.

`As 7:15 horas, quando bati no quarto deles e a Cátia atendeu meio dormindo e já encilhada, ficamos sabendo do mico da madrugada.

Saimos de Susques as 8:40 horas do dia 25/12/12.
Aproveitamos para fazer um tour e fotografar os aspectos deste típico vilarejo do altiplano sulamericano.

Fotos de Susques no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/06/a-bucolica-e-inospita-susques.html

A paisagem desértica do Atacama se  estende desde a Costa de Lipan até perto de San Pedro de Atacama.

Fotos da Puna de Atacama no link:  http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/07/puna-de-atacama.html

A paisagem só se altera quando da presença dos salares, que formam verdadeiros oásis. Aqui é possível observar uma mostra da fauna que habita o Atacama.

Fotos da fauna do Atacama no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/06/bichos-do-atacama.html

Parada para mais clicks
 Antes do Paso de Jama encontramos no km 242 da RN52, numa altitude de 4.158 m.a.n.m um corajoso ciclista argentino cruzando esta região do Atacama. 
Ficamos assombrados com o preparo físico do ciclista numa altitude em que  tínhamos dificuldade de respirar.
Sua pele marrom descamada denunciava a falta de proteção solar e a exposição arriscada deste tipo de aventura.

Não sei de onde ele tem tanta energia para poder pedalar nesta altitude

A 125 km de Susques está o Paso de Jama, entreposto aduaneiro argentino na divisa Argentina-Chile. 
Por ser um local desolado e por razões militares, a aduana chilena fica em San Pedro de Atacama a 160 km dali. 
Na passagem de fronteira o odômetro acusava 12.810 km, o que nos colocava praticamente a 3.000 km de casa. Não há diferença de fuso horário nesta região.

Entrando no Chile - Paso de Jama
 Aproveitamos para gastar a sobra de pesos no abastecimento dos carros. Fizemos abastecimento parcial de 6 litros de gasolina no YPF ACA de Paso de Jama.


Neste trecho chegamos a uma altitude de 4.867 m.a.n.m., até o carro sentia a falta de oxigênio.


Entre o Paso de Jama e a descida para San Pedro de Atacama se multiplicam as salinas nesta região da Puna de Atacama.

Fotos das salinas da Puna de Atacama no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/07/salinas-do-atacama.html

Antes de chegar a San Pedro de Atacama existe uma descida assombrosa de 40 km praticamente em linha reta. A descida começa numa altitude de 4853 m.a.n.m e termina numa altitude de 2.575 m.a.n.m.

Chegamos em San Pedro de Atacama ao meio dia. Depois dos trâmites aduaneiros, de fechar hospedagem e trocar moeda, fomos almoçar e fazer um tour pelo centro deste bucólico vilarejo atacamenho.

Percorremos neste trecho 292 km. Desde o início da expedição já percorremos 3.166 km.

Trilha de GPS deste trecho da viagem:
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1374143

Imagem do mapa com o trajeto percorrido neste trecho da viagem:

Susques a San Pedro de Atacama


Até mais

sábado, 12 de janeiro de 2013

CAFAYATE A SUSQUES

Olá Pessoal

Saimos de Cafayate às 8:40 horas do dia 24/12/12 com destino a Susques. Pegamos a RN 68 com destino a Salta, Jujuy e as montanhas coloridas de Purmamarca.

Há poucos quilômetros de Cafayate começa a famosa Quebrada das Conchas ou simplesmente as Quebradas de Cafayate.


Quebrada das Conchas, Cafayate
Estas formações rochosas de beleza ímpar são comparadas ao Grand Cânion americano.

A cada curva uma nova formação rochosa, algumas com seus apelidos peculiares de castelo, monge, garganta do diabo, anfiteatro e uma infinidade de quebradas ao longo de muitos quilômetros desta rodovia.

Fotos da Quebrada das Conchas no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/03/quebrada-das-conchas.html

Aos poucos a vegetação vai surgindo e as quebradas vão ficando para trás.

Ao chegar em Salta os GPS's entraram em conflito e nós acabamos entrando numas quebradas. 
O Navit indicava caminho por dentro da cidade, pela famosa "Cornija" caminho velho e tortuoso entre as duas cidades e o Garmin indicava saída pela RN 9. 
Por fim resolvemos seguir o Garmin, mas já estávamos dentro da cidade.

Também tínhamos que abastecer. Na segunda tentativa conseguimos um YPF que aceitava cartão de crédito(precisávamos poupar pesos para o trecho final da viagem na Argentina).

Depois de abastecidos veio a surpresa: as máquinas do posto não aeitavam cartão com chip. Depois de muitas tentativas, inclusive na máquina da lanchonete, propusemos duas alternativas: retirar o combustível ou aceitarem pagarmos com reais.

Véspera de natal, dono do posto viajando, gerente de folga e funcionários perdidos. Depois de ligarem para meio mundo e sem resposta, um funcionário resolveu bancar a coisa. Para que ele não tivesse prejuízo fizemos o câmbio nos mesmos parâmetros que tínhamos comprado os pesos e o Reginaldo ainda resolveu dar uma gorgeta.

Completamos o tanque com 30,3 litros de gasolina neste YPF de Salta, perfazendo uma média de 18,2 km/l desde o abastecimento de General Güemes.
  
Depois da confusão, o Garmin conseguiu achar o caminho pela RN 9 e finalmente paramos para almoçar no YPF de General Güemes.

Depois fincamos pé na estrada em direção a Jujuy e Purmamarca.

Depois de Jujuy a rodovia segue por um vale montanhoso em direção a Purmamarca e Humahuaca.

Chegamos cedo nas montanhas coloridas de Purmamarca  e resolvemos continuar viagem para Susques.

A visão das montanhas coloridas de Purmamarca é simplesmente fantástica e digna de registro.

Fotos das montanhas coloridas no link:  http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/04/purmamarca-e-as-quebradas-de-humahuaca.html

Seguindo pela RN 52, logo depois do  vale das montanhas coloridas de Purmamarca há uma das subidas sinuosas mais fantásticas de todo o mundo, a Costa de Lipan. 

São paisagens de tirar o fôlego. Se ascende em caminho sinuoso de 2.192 m.a.n.m. até 4.170 metros acima do mar em Abra de Potrerillos, ponto culminante da rodovia.

No meio da subida houve a formação de tempestade com raios e trovões. Antes de Abra de Potrerillos começou a chover. No alto das montanhas próximas notamos a formação de pequena camada de neve.

Fotos da Cuesta de Lipan no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/05/cuesta-de-lipan.html

Subida de entortar GPS, Costa de Lipan

Depois desta subida se atinge a Puna Atacamenha, região árida do altiplano andino, caracterizada por grande quantidade de salinas perto das divisas da Argentina, Chile e Bolívia. 

Seguindo pela RN 52 logo se chega nas Salinas Grandes, pouco antes de Susques.

Por pura sorte de viajante, chegamos nas Salinas Grandes no final de tarde, sendo premiados com por do sol, garoa e arco-íris completo. Fenômeno raro e que nos deixou extasiados. Ao sairmos dos carros foi difícil de suportar o vento e garoa gelados.

Fotos do por do sol nas Salinas Grandes no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/05/por-do-sol-nas-salinas-grandes.html

Nas Salinas Grandes
Depois de Salinas Grandes segue novo trecho de planície até perto de Susques, quando há novo trecho montanhoso. Então se desce até 3.600 m.a.n.m., altitude de Susques.

Finalmente lá pelas 21:30 horas chegamos no bucólico vilarejo de Susques, onde nos hospedamos.    

Percorremos  510 km neste trecho da viagem. Desde o início da expedição já percorremos 2.874 km.

Trilhas de GPS deste trecho da viagem:
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1374137
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1374139

Imagens dos mapas com o trajeto percorrido neste trecho da viagem:

Cafayate até Jujuy

Jujuy até Susques
 
 Até mais

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

JOAQUIN GONZALEZ A CAFAYATE

Olá Pessoal

Saimos às 8:13 horas do dia 23/12/12 de Joaquin Gonzalez com destino a Cafayate.

No hotel nos informaram que a estrada que liga a RN9 a Cafayate ficava interditada nos períodos de chuvas, como as que ocorreram no dia anterior.

Então teríamos que ir a Salta tomar a RN 68 até Cafayate.

Seguimos na RN 16 até encontrar a RN 9 já perto de Metán. D seguimos pela RN 9 no sentido norte até General Guemes, até o entroncamento com a RN 34, onde a rodovia toma sentido oeste até Salta.

No posto de gasolina que existe neste entroncamento, encontramos um grupo de motociclistas brasileiros que também faziam seu tour pela América do Sul.

equipe digiphotus na estrada encontra motociclistas brasileiros em General Guemes

Completamos o tanque com 38,79 litros de gasolina no YPF de General Guemes, perfazendo uma média de 19,15 km/l desde o abastecimento de Ita Ibate.

Já que teríamos que ir até Salta, resolvemos inverter nosso percurso e ir primeiro a Cachi.

Em Salta pegamos a RN 68. Na altura de Doctor Facundo Zuviría/Chicoana pegamos a RP 33 na direção de Cachi.

Aqui realmente começava nosso itinerário e nossas aventuras pela América do Sul.

Esta estrada é simplesmente fantástica e maravilhosa.   A cada curva a paisagem se transforma.

Ao percorrermos o vale do Chicoana nos deslumbramos achando serem os famosos Valles Calchaquies. 

Postagem das fotos deste vale no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/02/caminho-para-cachi-valle-del-chicoana.html


Depois de alguns quilômetros, muitas subidas e transformações é que descobrimos que ainda estávamos longe dos famosos Calchaquies.

A partir daí começa a Cuesta del Obispo, encravada entre as montanhas com seu ponto culminante na Piedra de Molino.

Conforme subíamos a paisagem ia se transformando e os cardones surgindo em maior volume, até chegarmos ao famoso vale encantado.

Infelizmente o Vale Encantado, que fica dentro do Parque Nacional los Cardones, estava interditado e o acesso fechado para circulação de veículos. 

Na altitude de 3000 metros era impossível tentar descer o vale a pé e subir novamente numa caminhada de mais de 3 horas.

os galeiros da estrada na Piedra del Molino

Na Cuesta del Obispo  há um trecho de 12 km de estrada de chão.
 
Postagem das fotos da Cuesta del Obispo no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/02/piedra-del-molino.html 

Na Piedra del Molino existe a Capela de San Andrés, onde vimos oferendas curiosas, mas o que mais chamou a atenção foi a grande quantidade de folhas de coca espalhadas entre as oferendas.

Mais tarde descobriríamos que foram deixadas ali para aliviar os efeitos do "soroche", para  quem chega desprevinido nestas altitudes.

A rodovia atravessa o Parque Nacional los Cardones a partir deste ponto.  Logo se desce para o vale dos cardones, onde milhares destes gigantescos cactos podem ser vistos. 

No meio da descida entre a Piedra del Molino e a planície dos cardones há o Mirador Ojo del Condor, do qual é possível ter uma ampla visão do Parque Nacional los Cardones. 
De lá se observa a vastidão do vale e seus cactos e a imponência dos cerros Tintin, Apacheta e Negro.

Após o entroncamento com a RP 425, rodovia de acesso a Seclantas, na reta do Tintin há o Mirador del Tintin, no meio do cardonal. 
Dali é possivel caminhar por entre milhares de cardones.

Aos pés do Tintin há uma reserva quase intocada de churqui, uma espécie espinhenta de algarrobo muito utilizada como lenha pelos mineradores e caravanas de mulas, que passavam pela região num passado distante.

Postagem das fotos dos cardones no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/02/parque-nacional-los-cardones.html

Depois das fotos no Mirador del Tintin, continuamos viagem por alguns quilômetros por dentro do parque. 
Então há uma descida até Payogasta, onde pegamos trecho asfaltado da RN 40 até Cachi. A paisagem ao longo desta rodovia é emoldurada pelo Calchaquies e seu vale.
Postagem das fotos dos Valles Calchaquies no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/02/valles-calchaquies.html

Payogasta e Cachi são duas pequenas cidades com uma arquitetura bem peculiar.

Como chegamos cedo a Cachi, resolvemos encarar o trecho de estrada de chão até Cafayate e desta forma conhecer as famosas quebradas dos vales Calchaquies.
Postagem das fotos das quebradas dos Valles Calchaquies no link: digiphotus.blogspot.com.br/2013/03/quebradas-calchaquies.html

Foram mais de 136 km de estrada de chão. Demoramos 5 horas para percorrer este estonteante trecho da Ruta 40. 
Apesar da poeira e cansaço, este é um passeio imperdível.
Acreditamos que não haja trecho de quebradas iguais a este em todo o mundo.

Antes da fantástica quebrada de Angastaco, encontramos um grupo de ciclistas italianos em sua penúria por este fabuloso trecho da Ruta 40. 

ciclistas italianos penando na Ruta 40

Chegamos em Cafayate a noite. Percorremos 549 km de um dos mais estonteantes trechos de toda a expedição. Desde o início da expedição já percorremos 2.364 km com o Clio.

Trilha de GPS deste trecho da viagem:
 http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1374099

Imagens dos mapas com os trajetos percorridos neste trecho da viagem:

Trilhas percorridas:a)azul: Valle del Chicoana; b) lilás: Cuesta del Obispo; c) verde: vale dos cardones; d) preto: Payogasta a Cachi; e) rosa: Valles Calchaquies

Joaquin Gonzalez a Cafayate
 Até mais 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

ITUZAINGÓ A JOAQUIN GONZALEZ

Olá Pessoal

Saimos às 7:24 horas do dia 22/12/12 de Ituzaingó com destino a Cafayate.

Abastecemos 21,51 litros de gasolina no YPF ACA de Ita Ibate, perfazendo uma média de 14,64 km/l desde o abastecimento em Eldorado.

Percorremos a ruta 12 até Resistência, onde pegamos a ruta 16.

A ruta 16 cruza a província do Chaco em intermínáveis retas. Por pura sorte enfrentamos esta região do infernal Chaco num dia nublado e agradável.

Almoçamos em Machagai.

Milhões de borboletas invadiram a rodovia nos arredores de Pampa del Inferno, era um espetáculo impressionante.

Parada em Taco Pozo para limpar borboletas na grade
Entre Monte Quemado e Nossa Senhora de Talavera a ruta está em péssimo estado. Os riscos aumentam com a presença constante de animais soltos nas margens da rodovia. Vimos um cavalo morto no acostamento e um caminhão sendo guinchado logo após atropelamento de outro animal.

Animais na pista em Pirpintos
 O transporte de máquinas agrícolas pela rodovia também nos chamou a atenção.

Máquinas na pista da ruta 16
Fizemos abastecimento complementar de 14,3 litros de gasolina no YPF ACA de Taco Pozo.

Até  Quebrachal a rodovia ainda requer bastante atenção.

Paramos para dormir em Joaquin Gonzalez, tendo percorrido 852 km neste segundo dia de viagem. Desde o início da expedição já percorremos 1.815 km com o Clio.

Postagem com fotos deste trecho no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/01/ruta-16-borboletas-e-maquinas.html

Trilhas de GPS deste trecho da viagem:
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1372335
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1372336
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1372339

Imagem do mapa com o trajeto percorrido:

 

Até mais

LAGES A ITUZAINGÓ

Olá Pessoal

Finalmente demos largada para a Expedição Perú-Acre. Somente em San Pedro de Atacama sobrou um tempo para começar a postar.

Na véspera a equipe se reuniu  na fazenda e tratou dos últimos detalhes da expedição.
A Expedição começou no dia do fim do mundo pelo calendário Maia.

Saimos da fazenda às 6:34 horas do dia 21/12/12. O odômetro do Clio marcava 9.811 km.

Nosso destino inicial era a fronteira de Santa Catarina com a Argentina. 
A idéia era sair por Paraíso(SC), mas dependíamos das condições do tempo porque o trecho entre a fronteira e a cidade argentina de San Pedro está em construção e os últimos quilômetros estão em terraplanagem, intransitáveis em dias de chuva.

Logo depois de Nova Erechim começou a chover.

Paramos em Pinhalzinho para almoçar, sob forte chuva. Dali telefonamos para Paraíso e nos informaram que havia chovido muito durante a noite e a ruta para San Pedro estava intransitável.

Fomos obrigados a alterar o itinerário e sair do Brasil por Dionísio Cerqueira, o que aumentou o trajeto até Posadas em mais de 100 km.

Por recomendação do pessoal do restaurante decidimos pegar atalho por Campo Erê, logo depois de Pinhalzinho.

Entramos na Argentina por Bernardo Irigoyen às 15:38 horas, tendo percorrido 540 km desde Lages. Há diferença de fuso horário com o Brasil, portanto atrasamos nossos relógios em 1 hora.

De Bernardo Irigoyen fomos direto para Eldorado, evitando as rutas regionais, devido as chuvas e enchentes da noite anterior.

A partir de Pozo Azul parou de chover. 
Completamos o tanque com 37,74 litros de gasolina no YPF ACA de Eldorado, fazendo uma média de 17,94 km/l desde o abastecimento no BR Central de Lages.

Entre Posadas e Ituzaingó pegamos um por do sol maravilhoso, que coroou este final de primeiro dia de viagem.

Por do sol perto de Ituzaingó
Postagem das fotos deste por do sol no link: http://digiphotus.blogspot.com.br/2013/01/por-do-sol-ituzaingo.html

Paramos em Ituzaingó para dormir, tendo percorrido 963 km neste primeiro dia de viagem.

Trilhas de GPS deste trecho  da viagem:
http://www.openstreetmap.org/user/jairo58/traces/1372334

Imagens dos mapas com os trajetos percorridos neste trecho da viagem:

Lages a Dionísio Cerqueira

Dionísio Cerqueira até Ituzaingó

 Até mais

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

PREPARATIVOS FINAIS

Olá Pessoal

A equipe está ultimando os preparativos para a Expedição Perú-Acre. Nossa comunicação está sendo via mensageiros instantâneos. 

Todos já providenciaram suas documentações (passaporte, PID) e regularização das vacinas (febre amarela, tétano e hepatite B) necessárias pela nossa passagem pelo Perú e região amazônica.

Quanto aos equipamentos exigidos na Argentina (maleta de primeiros socorros, segundo triângulo e mortalha) já foram providenciados. O cambão vamos comprar na Argentina. A carta verde vamos fazer na fronteira.

No dia 02/12 nos reunimos para tratar de alguns detalhes do roteiro. 

Decidimos cruzar a fronteira por Santa Catarina. Na véspera decidiremos se será por Paraíso ou Dionísio Cerqueira. 
Entre Paraíso(SC) e San Pedro(Misiones) são 42 km de estrada de chão que poderá ser decisivo neste início de viagem, principalmente devido ao restabelecimento do Reginaldo e das condições da estrada.

Resolvemos alterar o roteiro de Salta, incluindo também Jujuy e arredores.
Vamos direto a Cafayate, que fica 189 km ao sul de Salta. De lá vamos a Cachi e depois a Salta. 
Daí vamos ao norte passando por Jujuy até as montanhas coloradas de Purmamarca e as quebradas de Humahuaca.

De Purmamarca seguiremos para San Pedro de Atacama pela RN52.

Em San Pedro de Atacama decidimos ver os geiseres de El Tatio, Valle de la Luna, Valle de la Muerte e Pukara de Quitor.

De San Pedro de Atacama vamos tentar marcar visita na mina de Chuquicamata, em Calama.

No roteiro de Cuzco estão incluídos a visita a Machu Picchu, Plaza de Armas e o Templo do Sol.

Mapa do trecho alterado do roteiro.



Links interessantes usados para definir estas etapas da viagem:
http://www.vivaterra.com.br/result.php?id=38
http://www.argentinawinetourism.com/turismo_vinhos_argentina/04-turismo_do_vinho/03-salta_caminos_del_vinho.htm
http://turismoeaventura.blogspot.com.br/2010/01/cusco-qosqo-peru.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/San_Pedro_de_Atacama 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chuquicamata

Até mais

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

AFINANDO O ROTEIRO

Olá Pessoal

Nos reunimos na sexta para acertar os últimos detalhes da Expedição Perú-Acre.

Sairemos na madrugada de 21/12/12 de Lages com destino a Posadas(Argentina). 

Vamos até Paraíso(na fronteira com Argentina) pela BR-282, entramos na Argentina pela RP22, depois RN14 passando por San Pedro e San Vicente até Aristobulo del Valle.
Daí até Jardin America pela RP7 e finalmente até Posadas pela RN12
Neste primeiro dia devemos percorrer 750km.

Como os nossos acompanhantes já conhecem o Salto Yucumã e também para adiantar a viagem neste primeiro dia, resolvemos retirá-lo do roteiro.

De Posadas nosso próximo destino será Salta, onde faremos visita aos cânions de Cafayate e possivelmente visita ao vale encantado de Cachi. Infelizmente o famoso trem das nuvens não funciona no verão, temporada das chuvas.
A idéia é fazer o trecho de 1150km até Salta em um dia e meio de viagem.

A partir de Salta são 300 km até a fronteira com o Chile pela RN51, depois mais 205 km pela Ruta 23 até San Pedro de Atacama. Devemos chegar em San Pedro de Atacama no natal. A idéia é ficar dois dias para explorar algumas das atrações do local.


Saindo de San Pedro de Atacama nosso próximo destino será Arequipa. 
De San Pedro de Atacama até Arica são 780km. De Arica a Arequipa são 410 km.

Depois de Arequipa rodaremos mais 155 km até o Canion del Colca, próximo destino.

De Chivay(Canion del Colca) mais 292km até Puno(Lago Titicaca) e de Puno a Copacabana(Ilha do Sol) mais 141km.
De Puno a Cuzco são mais 387 km, onde devemos ficar de 3 a 4 dias, incluindo visita a Machu Picchu.

De Cuzco para Puerto Maldonado são 492 km e daí até a fronteira com o Brasil pelo Acre são mais 230 km.

Roteiro no Brasil deve incluir paradas em Cobija(Bolívia fronteira com Acre), Rio Branco, Porto Velho, Cuibá(Chapada dos Guimarães) e Bonito.

Tempo estimado de viagem: 25 dias
Quilometragem estimada: 10.000km

Abaixo esboço do roteiro planejado



Até mais